Xi Jinping, lider vitalício da China tem a sua doutrina ideológica incorporada na constituição do Partido Comunista Chinês, com o nome de “ Pensamento Xi Jinping”. Desde Mao-Tsé tung que nenhum outro líder atingiu esta dimensão histórica. Há quem considere que o Comunismo na China é hoje de fachada e nem mesmo os que integram o partido acreditam na filosofia implantada e a conversa do estado já não se veste de uma linguagem autoritária. A China tem uma liderança de estabilidade e segurança que pode até ser invejável para muitos lideres mundiais,mas o histórico de regimes que não foram equilibrados e benignos, exige que a exportação do domínio de controle económico e social para fora das suas fronteiras seja ser vigiado para que os valores democráticos do século XXI não faleçam.
Uma coisa é certa, a China está nas mãos de um só homem, Xi desde 2016 que se esforça por manter uma marca ; a sua e, tornar a China cada vez mais como um lugar de destaque na economia global. Há uma nova vocação internacionalista na China que foi um país marcado pela vigilância, um país que nunca teve ranhuras, pontos cegos ou lacunas e que, quer ser parceiro de topo quer das grandes como das pequenas economias. O grande desafio ao poder mundial vigente é funcionar no contexto desta nova ordem mundial com um país, que está assente num sistema de valores políticos profundamente diferente das outras nações. A economia da China cresceu, a agenda nacionalista de Xi Pinjing fortaleceu o seu país, ao nível da prosperidade individual e procurou aceder aos anseios do cidadão comum, ao mesmo tempo que manteve e atualizou as forças de defesa e combateu a corrupção.
Entre Portugal e a China as relações são fundamentalmente económicas e existem vários exemplos de operações que já estão em marcha, o acelerar do interesse pelo nosso país também é justificável pela proximidade estratégica de Portugal face a outras rotas comerciais que possam oferece mais oportunidades de negócio como são o caso dos países da Europa central e de África.
Xi Pinjing é implacável, e tudo vai fazer para provar, aos olhos da comunidade internacional , que não é um líder que nada ensina, a governar um povo que nada sabe e que, não pode desejar nada a não ser, supor-se feliz numa calma assente na inercia de uma ditadura Comunista.
Hoje o Império do Meio; a China, proeminente nação da Ásia Oriental,está apostada em introduzir-se na discussão e no devaneio das sociedades Ocidentais que vivem a experiência do pluriculturalismo. Resta saber se Xi Pinjing já não faz parte dos lideres que fazem questão de pousar de perfil para a eternidade.